Vida é…

18 de novembro de 2018 Nenhum Comentário

Um tempo em que a chuva

provoca o devaneio do cheiro da terra,

o verde das folhas mais velhas,

pela ‘manha’ que se faz

até o anoitecer.

Em que riacho é o tempo

de amolecer a minha pressa

e raio é só o lusco-fusco do riso,

aquele brilho-barulho-todo

que carrega a graça toda que ensaio

e que também em mim se demora;

[ e que é reparo de todos,

porque cresce bem na minha cara ]

pois o tempo é brevidade e me pede

mais; para seguir eterno no espaço efêmero

e de novo eterno.

Por ser assim mesmo que nasce um planeta

novinho em folha na minha cachola e pela mesma

razão pede um proveito e tanto,

adicionado a minha gratidão, essa; eterna…


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