Poesia sem Machado

23 de setembro de 2018 Nenhum Comentário

preciso diluir-me pra não ser tocado mas, tudo que alcanço disto que entendem da arrogância é a pretensão de desejar o impossível, algo entre o etéreo e o efêmero e… pesado e cinzento feito chumbo, sangro a mão no texto que mancha em tinto hemorrágico e masmorra só, não me basta; essa coisa de profetizar em tempos obscuros me leva à inquisição e agora sim: tenho um carrasco bem disposto a decepar a minha subversão.

 

 

Foto do espetáculo autoral, “Casa de Ferrero Espetos de Pau”, por James Orsi


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