Dialética

11 de abril de 2019 Nenhum Comentário

nunca deveria ter dito o que disse; nunca. foi como esfriar a chama com a saliva entre os dedos, apagar as velas antes de servir o prato. tinha ela, à nuca, poros eriçados, tal qual a pele dela, o cheiro, tinha tudo.

nunca deveria ter esfriado, a vela ou o prato, nunca. tinha a pele, o cheiro, tal qual a chama, tudo dela e, entre os dedos ter dito o que disse, sem antes aos poros servir à nuca.


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